Minha iniciação à prática artística aconteceu na segunda metade da década de 1970, no atelier do artista plástico e arte-educador paraense Valdir Sarubbi (1939-2000), que estava radicado em São Paulo. Também nessa época comecei a fotografar, tendo frequentado os cursos da antiga Escola de Fotografia Imagem-Ação.
Em 1986, conclui o curso de arquitetura e urbanismo na FAU-USP e, por alguns anos, trabalhei no escritório de Paulo Mendes da Rocha. Durante o período, participei dos projetos do Museu Brasileiro de Escultura, da Rodoviária de Goiânia e de edifícios residenciais.
Ao longo das décadas de 80 e 90 trabalhei também com os arquitetos Arnaldo Martino, Abrahão Sanovicz e no escritório dos arquitetos Jorge Königsberger e Alexandre Vannucchi
Em 1994 passei a trabalhar com o arquiteto e urbanista Jorge Wilheim. No escritório de Wilheim participei intensamente dos projetos do Centro Estadual de Cultura - localizado na entrada da USP - e do Novo Teatro de Ópera de São Paulo, que seria construído ao lado do Parque Vila Lobos.
A partir de 1994, em parceria com a arquiteta Eloise Amado, demos início às atividades da Amado e Marcondes Arquitetos Associados.
Em 2007 fiz um curso de cenografia no atelier do cenógrafo e pesquisador José Serroni. Esse contato com a prática teatral que me impulsionou a desenvolver uma pesquisa acadêmica relacionando teatro, arquitetura e urbanismo.
Em 2011, me integrei ao programa de pós-graduação da FAU-USP. Em 2017, defendi uma tese de doutorado sobre o arquiteto e cenógrafo Flávio Império.
Ministrei oficinas de criação no Centro Cultural Oswald de Andrade e, atualmente, faço cenografias para espetáculos de dança e teatro e cartuns para os Jornalistas Livres.